Fé em Deus que ele é justo
Foco na missão que tudo vem
Para de pedir milagre e pede perdão
Não diz mais nada, só diz amem
Todo poeta sabe da sua missão
Escrever e levar ao povo alegria
Escrever aquilo que o peito sente
Aquele sorriso, peito, amor na mente
Então, até entender que o dom é publico
Tive medo de mostrar ao mundo meu trabalho
Quando cantava, chorava e sozinho escrevia
Não entendia, que cada poema, reproduz alegria
Então, fiz como um louco desmedido, escrevi, escrevi
Foram dias em que poemas era as únicas coisas no pensamento
Fiz mais poemas do que eu imaginava ser capaz de fazer
Dei um nome a cada um, li e chorei, e depois lancei ao vento
E cada verso foi buscar seu destino, criaram vida em caminhada
Sei que alguns encontraram almas perdidas e sofridas
Os que se perderam sem destino, fizeram falta
Os poemas de amor, que escrevi e amei, pessoa apaixonada
Então, entendi que nada que escrevo realmente é meu
Não digo que é domínio publico todos os poemas meus
Porem é domínio de toda alma que clama por amor
Meus poemas, costumo dizer, é domínio de Deus
Tentei parar e vi, que não é de mim que isso depende
Confesso que me desiludi, escrevi a quem nem entendia
Que meus versos eram divagadores de amor, enfim
Que meus poemas eram embaixadores da alegria
Fiz poemas, de morte eu fiz, de amor eu fiz, a saudade eternizei
Fiz a cada segundo de minha vida um verso pra contar
Pra falar como me sentia, me sentindo, escrevendo
Fiz poemas, os mais tristes, nos momentos que mais amei
Chega ao fim, essa parte já é passado, escrever por amor hoje não consigo
Do amor já nem vizinho mais sou, quem dera detentor de amor algum
Quem dera, poema pra dizer o quanto hoje estaria feliz
Fiz poemas, você os leu, e o que adiantou, vamos me diz
O poema é doido, como o sentimento amor
O poema é sincero, como a lagrima do poeta
O poema se acaba, como o sonho não realizado
O poema teve fim, como o sonho de viver ao seu lado
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