Quando um soldado embarca, rumo ao campo de batalha, certamente, é por sua opção, depois de anos de treinamento, depois de um longo tempo, trabalho árduo, ele vai a guerra, e por sua escolha, de armas em punho, luta, mata ou as vezes morre, por um ideal, por seus ideais, mas por fim, por sua opção.
Mas na vida há guerreiros que enfrentam batalhas que na maioria, lhes são impostas pela vida, dessa forma, estando preparados ou não, treinado ou não, o guerreiro se obriga a pelejar, e seja qual for o aliado, as armas, ou mesmo sem os te-los, tem que guerrear.
Pra ser um bom guerreiro, não basta matar mais, não apenas vencer, um bom guerreiro sabe enfrentar a pior parte da batalha, a derrota, ele ergue a cabeça, altivo e orgulhoso, confiante, que na próxima será diferente e não importa, não importa o quanto demore, uma vez vai, uma vez pode ser diferente, um dia, tudo pode mudar, e no fim o bom guerreiro, sai vitorioso,
Uma derrota, duas, três, cinco, doze vezes, quantos podem viver com a dor de doze derrotas, e mesmo assim, levantar altivo no amanhecer e sorrir, dar bom dia ao sol, dizer ao amigo que chora que o dia vai ser melhor, sorrir, ser feliz, se preparar pra próxima batalha, que por inúmeras vezes, se estendem por dias, meses, quem sabe anos, e o bom guerreiro jamais desaba, tropeça, mas se ampara nos irmãos, de farda, de vida, e dessa forma, segue em frente, sorrindo, em busca mais uma vez, da vitoria, como diz a musica, “tipo Daniel San, mestre Miagi, o Karate que vem de dentro da alma não há quem pague”. Não há quem pague, a superação do bom guerreiro, que da luta faz a alegria de viver, e da vitoria, a lição aos que ti olham desconfiados.
Não basta vencer, tem que ter fé que a vitoria é solida, vencer não é o principal, aprender é que ficará pra sempre, “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7).
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