sexta-feira, 30 de setembro de 2011

POETA QUE SOU


Me tornei o poeta que sou irmão
Se pensar, é isso que segura aqui
Pois ainda sinto que meu destino
É escrever, falar, versos, oração

Pode ser que leiam e nem entendam
Sabe, poucos verdadeiramente entendem
Pois cada verso é a transcrição da minha alma
E as palavras vem do peito, e escrever me acalma

Logo, cada poema tem endereço certo, não escrevo ao vento
Cada palavra que meu peito cria, deve ter a emoção de quem recebeu
São poemas de amor, que escrevo a alguém, saudades, tristeza,
O poema mais triste, busca da verdade, o dia, que o poeta morreu

Me tornei poeta e nem me recordo o dia que isso aconteceu
Dizem ser dom, eu acredito, Deus me deu a palavra como arma
Sorrisos como minha espada, amor como escudo, olhar é minha paz
Cada palavra que dizem a meu respeito, boa ou ruim, me torna mais capaz

Então irmão, se eu recebi o dom, cabe a mim, espalhar, espalhar
Entendi que poemas são como o vento, saem sem rumo algum
Vão faze seu destino e sua trilha é encontrar quem se identifique
Sei quando o poema agrada a pessoa, é evidente, ta no olhar

Escrevo sem pretensão a fama nunca me seduziu nunca me agradou
Tenho medo da fala e por isso nunca fui a sua caça a sua procura
Sei que há por ai pessoas que se encontram enfermas da alma
Então vejo meus poemas, como que uma espécie de cura

Se eu morrer, meu consolo é que minha alma será eterna
Não chorem amigos, poeta que é poeta não merece pena
Sorriam e leiam todos os meus versos em façam festa
Poeta que é poeta, é eterno, e forma de poema

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ontem a morte, hoje lagrimas, amanhã é só lembranças


Um dia, a maioria de vocês pode nem sentir
Sentir saudades é ato continuo do coração
Pois nos acostumamos com as pessoas, amor
E sua falta nos trás ao peito, aquela imensa dor

Então, vou falar o que venho sentindo dia a dia
Eu sempre me sinto de lado, mas sigo sorrindo
Eu sempre sinto vontade de chorar, e não choro
Sinto raiva e ódio, ai me calo, fecho os olhos, oro

Mas é evidente que vai minando a minha auto estima
Sinto medo de falar pois sempre que me falo, me calam
Sinto medo de desejar por sempre que desejo, me impedem
Então já não sei mais como agir, peço ao pai, oro, mãos pra cima

Então, devo ser um filho ruim não é pai, pense o senhor, sou péssimo
Estudar a noite, depois de um dia de trabalho onde a mente interpõe o físico
é evidente que sou tudo que não se deseja no filho, meu coração é de pedra
e tenho feito só o erro nessa vida e afirmo, próximo passo, é a minha queda


Então, fui sempre o pior homem na vida das mulheres que amei
Sempre enganando, menti, quem sabe porque menti a elas, não sei
Nunca pensei em dizer uma frase romântica a mulheres que amei
Buque de flores, rosas vermelhas, pra todas, pra nenhuma eu dei

Devo no fim der um péssimo amigo, pois nunca deixei minhas dores pra acalmar as suas
Nunca perdi meu tempo pra resolver os problemas que eram somente seus
Nunca sorri quando queria é chorar, só pra ti fazer bem, amigo, eu fui
Palavras doces, você sofria e eu falava que não sua vida havia um plano de Deus

Logo, quem sabe você jamais pode imaginar o valor do meu pensamento
Sempre que falei a você sobre sentimento, você simplesmente não deu atenção
Pois era fácil você pedia e eu vinha, era presente em sua vida no seu dia a dia
Hoje sou menos do que um seriado de TV, semanal, logo, faço falta em seu coração

Amanhã a Deus pertence, fato da vida que o futuro é incerto
Então, nessa incerteza vou partir, meu destino vou caçar irmão
Se aqui não me deram o valor que eu sei que ainda tenho em mim
Vou procurar o lugar onde as pessoas se importem, com meu coração

Adeus, a Deus meu pedido em oração, chega ao céu, faz chorar
É a palavra que vem em forma de um dom que recebi ao nascer
Poema triste que delata minha partida, e vou pra dessa vida
Não farei falta, você nem lembra, ato continuo, nascer, morrer


Ontem a morte, hoje lagrimas, amanhã é só lembranças
Ontem o ultimo adeus e eu lembro de sentir o choro
Hoje só inconformado  quem ficou, saudade infinita
Amanhã, saudades e sorrisos, assim que Deus permita

Ontem a morte, hoje lagrimas, amanhã é só lembranças
Ontem a morte, hoje lagrimas, amanhã é só lembranças
 Ontem a morte, hoje lagrimas, amanhã é só lembranças
 Ontem a morte, hoje lagrimas, amanhã é só lembranças

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ah, a rua é nóis



Já paro pra perceber que me atacando
Tudo que consegue é meu desprezo
Pois por ti nada tenho, a ti nada sou
Pois és menos, que o homem que atacou

Para pra ver irmão, o meu caminho eu que fiz
Não to dizendo que fui desbravador, caminheiro
Mas é que antes de mim não houve ninguém disposto
E eu cheguei pra provar, por isso uns me chamam de guerreiro

Tem mais de 50 menino que se inspira em mim, to  sabendo
Que a cada ensinamento meu algum sonho nasce ali
A cada bola que cai na cesta é uma historia a mais irmão
Que a cada dia que passa é mais fácil vê os menino sorri

Minha trajetória é feita dos baixos que a vida teima em ter
Meu caminho em declive total, faz um tempo que não muda
Antes eu pedia reza, banho de sete ervas, tinha protetores
Fui crente mais descrente, vi minha esperança em um galho de arruda

Então, aprendi o poder da oração, sei que vão falar ainda mais
Sei que falador tem tempo pra achar motivo pra atacar que trabalha
Que vive uma vida pra ferrar a minha vida, sabe o que fazer
Mas é promessa, ta escrito, Deus demora, tem seu tempo, mas não falha

Ao me atacar, entenda, virei referencia pra uma pá de criança irmão
Se eu cai, vai cai um monte de moleque junto comigo, na moral
Pensa no seu ato, to na minha, fazendo meu melhor
Não busco ser herói, não quero ser poderoso, imortal

Ataca, vai, tu sabe o que faz, o homem é senhor dos seus atos
Sorria pra quem aprova esse seu estilo de ter alegria,
Faz a festa, chama os amigos, que eles comem e não lavam os pratos
Depois vão embora, se vai fica sozinho, eles lavam as mãos, feito Poncio Pilatos

E tem quem fale de rua, diz que a rua são eles, fala é fácil irmão
Se a rua é vocês, então quero mais não, a rua ta mudada
Pois no meu tempo a rua era lugar de bolinha de gude, fogueira
Pelo que to vendo a parada mudo irmão, a rua é moradia da playboyzada

Quero vê tu falando de quebrada, da sua sacada é fácil atacar né
Quero ver ce falando de dignidade, respeito, quanto a comida ta na mesa
Então, eu que já lutei pra poder ter o almoço, escolhi, preferia mais do que a janta
Já senti fome, já me fez dormir mais cedo pra esconder, mas a fome volta quando levanta


Ta me atacando e não da dando valor ao que sou hoje em dia
Ta tentando tira meu moral na rua, mas os irmão sabem dar valor
Sei que tu vive em busca de ter o mesmo respeito que eu conquistei
Pode ser que consiga, mas eu tenho mais, na rua, eu tenho amor

O que tu ganha me atacando, na verdade nem entendo
É como um animal que briga pela comida do dia
Era so vir me procurar e não dar uma de menino
Ta querendo ser eu, chega ai amigo, que eu te ensino

Nunca troquei tiro, mas já vi amigo passando fome
Nunca roubei banco, mas já vi amigo sem morada
Nunca desisti do meu sonho, nunca desista do seu
Como diz o emicida, “seis qué memo se mais rua que eu?”

eu


Devo confessar que é difícil
Me manter alheio as dores
Ao medo de sorrir por nada
Ao mundo, medo, aos amores

Logo que a saudade passa
Sinto um vazio que me sangra
É a falta de um real motivo
A alegria, o porque eu vivo

Não que viva por alguém,
Nem por mim eu vivo hoje em dia
Sorrio e deixo a vida me levar
E sei que são raros momentos de alegria

Eis que entendo o motivo do pranto
Lógico que haveria de me abater agora
Pois foi mais de uma vida de sonhos jogada fora
Então o costumeiro sorriso acaba, e o poeta chora

Então o ato continuo, pensar em ti e sorrir
Já não é mais automático, pense, pensei
Sorrio, mas hoje por coisas que a vida me oferece
E se cai uma lagrima é de alegria, elevada numa prece

Caramba, a vida é tão complicada não é mesmo, não
A vida é deliciar-se com o sol, com um banho de mar
É sorrir ao mundo que não te deseja mais amor
É acordar todos os dias de chuva, com vontade de sonhar


Viver não é o bastante pra quem não tem sonhos
Viver não é suficiente pra quem não sabe amar
Vida é um ato de complexidade indisponível cancioneiro
Pois amor não restringe etnias, português, chinês, brasileiro

Então, escrever de amor é atirar a esmo
Falar do que so imagino estar passando
É sorrir ao poeta sem a certeza da poesia,
É dizer eu ti amo, sem a certeza de estar amando

Dizem que falar do demônio é um convite a ele entrar
Discordo, se falamos do bicho, é porque não temos medo
Sonhos são janelas das almas brilhantes que voam
Confiar em Deus custe o que custar, esse é o segredo

Sua fé em Deus não pode ser questionada
Se o dinheiro chega ao fim, o amor acabou
Se voce parar pra questionar Deus, esta errado
Já que nos é que devemos, ele sempre nos amou

Então, alheio ao mundo eu sigo, evidente
Que o amor é igual seja onde for
Poemas serão sempre poemas
Os que falam de morte, e os que falam de amor

Eu amei, já não sei se amo realmente
Já sonhei, e meus sonhos continuam iguais
Uma casa, um cachorro deitado a porta,
Comida na mesa, ser feliz, nada mais


domingo, 25 de setembro de 2011

Mudar é a lei da vida, mudei


Fez brilhar o meu olho,
Alma de um poeta sem dor
Que hoje sorri ao mundo
Feliz, em busca do amor

Parecia impossível, e foi
Até onde eu via, era impossível
Sorrir não tinha sentido
Mas mudei, isso é incrível

Logo, triste os dias que se passaram
Incrível como o tempo pode curar
O que me fazia triste, sem alegria alguma
Hoje é notável, não me faz mais chorar

Então, eu que nem cantava mais
Hoje acordei cantarolando uma canção
Lembro que a tempos não catava
Eu era triste, só dormia, chorava

Então, eu que a tempos não escrevia
De felicidade, de amor, de sorrisos,
Hoje escrevo esse poema de mudança
Mudo o estatus, de tristeza a alegria

To feliz e sinto que você sabe irmão
Nota-se em meu sorrir a felicidade
Da pra sentir nos meus versos, poemas
Hoje exprimem alegria, minha maturidade

Deus me fez vencedor e o mundo é meu
Deus me deu vitoriais, e o mundo é meu
Deus me fez sorrir, e o mundo é meu
Deus me fez poeta, e o poema é seu

Fiz poema triste, pois estava triste
Fiz poema de morte, pois me sentia morto
Fiz poema de saudade, pois ela me causava dor
Hoje eu lembro do seu rosto, e  escrevo poema de amor