quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Poeta triste



Sentindo que nossa vida é finita
Resolvi viver a todo instante
Descobri o amor onde não via
Sorri, para coisas que não sorria

Falar de morte me da mais certeza
Escrever de morte me da uma noção
Da saudade da minha ausência pra você
O quanto vou fazer falta em seu coração

Longe de mim querer morrer agora
Não sou dono do meu caminho
Não mando no futuro, e os dias meus
Sou apenas servo e aceito, os desígnios de Deus

Falar de morte é exaltar a vida
Falar de dor é dar valor a alegria
Escrevo pra sentir que me amam
Quando lêem e choram, nostalgia

Quando morrer, alguém há de sentir saudades
Quando nasci, alguém na certa sentiu amor
O poeta nasce a cada verso que escreve e morre
Quando seus poemas não tem mais o seu valor

No dia de minha morte sei que você me dará valor
Não mais ali para dizer o quanto você é especial
Não mais poemas pra alegrar seus dias tristes
Não mais meu sorriso, ao ti ver, tão natural

Sentirá saudade, no peito a angustia do que não aconteceu
O poema mais triste se passara em sua mente e você chora
Ao reler o poema, lembra aquele que você brigava
O poema que dizia, sorrindo o poeta morreu

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