Nas noites frias
A escuridão domina
Me vem a esperança
Em seu rosto de menina
Nas noites escuras
Tudo é solidão
Em meu peito a dor
De não ter seu coração
Em dia de sol
Feliz meu caminhar
Seu sorriso me atrai
Louco quero te amar
Quando a chuva vem
Sentimento é meu canto
Tento esconder a tristeza
Esconder meu pranto
Quando tudo é passado
Quando o dia se foi
O amor não aconteceu
E eu ainda apaixonado
Quando o dia chega
Sinto um frio na barriga
Me alegro com ternura
Por você linda amiga
Minha lagrima já não cai
Sofrimento é passado
Somos grandes amigos,
Juntos lado a lado...
Talvez eu seja o Jovem mais romântico que existe, mas eu não tenho culpa de ser triste!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Um trago de "verdade"
Em um Bar a beira mar, daqueles bares de antigamente onde os doces giravam em um recipiente sobre o balcão e os alimentos eram vendidos por quilo, um homem vestido de pura simplicidade, calça arregaçada até as canelas, camiseta de algodão, chinelo de dedo e chapéu de palha a tira colo, tomava tranquilamente um trago de uma pinga que lhe fora servida pelo dono do bar a seu pedido.
Nisso chega outro homem, com um ar arrogante, óculos escuro ultima moda, roupa fina, sapatos bico fino e gravata, observa o ambiente, olha os fregueses sentados em bancos, e debruçado no balcão vê aquele singelo ser, observa-o sorvendo a pinga e fazendo uma cara feia, talvez para amenizar a ardência na garganta causada pela cachaça.
O homem da gravata pede um refrigerante e um copo, após beber um largo gole, olha para aquela cena, então não se controla e fala:
- amigo você não sabe que tomando esse tipo de bebida você está se matando, que essas pingas são puro álcool... - “sei sim sinhô”, diz o Caboclo dando outro gole.
- mas então, porque bebes? Isso não está certo...
- “num ta num sinhô”...
- para de beber então meu amigo...
O caboclinho ainda sorrindo olha ao redor, disfarça ainda e sorve lentamente a cachaça, nisso o homem da gravata já inconformado com o habito do outro continua:
- ainda se fosse um wisk, uma tequila, mas cachaça, pura, quem entende vocês caipiras e seus costumes ridículos...
Nisso o caboclinho cospe de lado, olha firme ao da gravata e diz:
- Moço, “ocêis” da cidade toma esses tar de wisk, umas tar de champanha, tudo nome bunito pra pinga.
Silencio!
- “oceis” da cidade toma aquele tar de refrigeranti, certo?
- sim tomamos...
- oceis da cidade anda pracima e pra baixo nuns carro que “sorta” mais fumaça que o fogão de lenha la de casa, oceis num dão nem bom dia pros vizinho...
O homem tenta falar mais o caboclo continua:
- oceis destruíram tudo que foi mata “la pras” banda de oceis, oceis mataram tudo quando foi animal la pás banda “doceis”, suas comida são dentro de latinha, oceis passa o dia na frente de um tar de computador, falando “cos” estranho e nem fala direito “ca” “famia”, ai eu pergunto, que direito “ocê” tem di vim aqui quere fala que nossos costume são ridículos moço? Mas que diacho...
Totalmente vencido, o engravatado olha para o caboclinho, e num só golpe, toma toda a pinga do copo...
Tambem disponivel em: http://www.webartigos.com/articles/43612/1/Um-trago-de-Verdade/pagina1.html
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Fiz uma canção de amor, pra ela, pra ela...
Poemas de uma alma
Canções de um coração
Alegria em retratar
O que diz meu coração
Das dores em meu peito
De profunda a saudade
De meu singelo passado
Minha felicidade
Palavras que digo
Escrevi ou pensei um dia
Dos sorrisos de minha mãe
Do meu pai alegria
Fechei meus olhos
O que vi foi saudade
Dos dias de frio
Dos dias de felicidade
Poemas de uma alma
Alegria de uma flor
A beleza de um sorriso
A magoa de um amor
Seu sorriso é fatal
Só em flor sobreviverei
Das lagrimas de tristeza
Pela mulher que tanto amei
Canções de um coração
Alegria em retratar
O que diz meu coração
Das dores em meu peito
De profunda a saudade
De meu singelo passado
Minha felicidade
Palavras que digo
Escrevi ou pensei um dia
Dos sorrisos de minha mãe
Do meu pai alegria
Fechei meus olhos
O que vi foi saudade
Dos dias de frio
Dos dias de felicidade
Poemas de uma alma
Alegria de uma flor
A beleza de um sorriso
A magoa de um amor
Seu sorriso é fatal
Só em flor sobreviverei
Das lagrimas de tristeza
Pela mulher que tanto amei
todo seu...
E quando briga e faz cara de triste
Quando seu sorriso se transforma
E quando você me olha
Quando você me odeia
Palavras nem bastariam
Pra contar o que sinto
Do sentimento aqui guardado
Sentimento enclausurado
Quando sorri para mim
Me sinto no céu
Das palavras de carinho
Até choro baixinho
Amor de verdade eu só senti
Quando você está do meu lado
Perdi o sentido da vida
Atordoado
Viveria mil anos por você
Mil dias pra te acompanhar
Mas um dia sem seu sorriso
Nem ouso imaginar
Quando seu sorriso se transforma
E quando você me olha
Quando você me odeia
Palavras nem bastariam
Pra contar o que sinto
Do sentimento aqui guardado
Sentimento enclausurado
Quando sorri para mim
Me sinto no céu
Das palavras de carinho
Até choro baixinho
Amor de verdade eu só senti
Quando você está do meu lado
Perdi o sentido da vida
Atordoado
Viveria mil anos por você
Mil dias pra te acompanhar
Mas um dia sem seu sorriso
Nem ouso imaginar
sábado, 17 de julho de 2010
Com todo amor e carinho pra minha Amiga Rafa!
Eu sei o quanto é importante
Um abraço sincero
Um beijo com amor
Um afago com pura emoção
Eu sei que faz falta
Seu sorriso
Seu carinho
Seu coração
Por amor é amor
Por saudade é saudade
Por você um novo amor
Que chamo amizade
Com carinho me abraça
Com sentimento me sorri
És linda amiga
Amizade que vivi
Obrigado, pelo carinho
Pelo sorriso e o amor
Sua amizade me tira do frio
Seu sorriso é meu calor
Um abraço sincero
Um beijo com amor
Um afago com pura emoção
Eu sei que faz falta
Seu sorriso
Seu carinho
Seu coração
Por amor é amor
Por saudade é saudade
Por você um novo amor
Que chamo amizade
Com sentimento me sorri
És linda amiga
Amizade que vivi
Obrigado, pelo carinho
Pelo sorriso e o amor
Sua amizade me tira do frio
Seu sorriso é meu calor
Matinhos
Meu cantinho pra pensar
Meu terreno da saudade
Minha casa mais feliz
Minha amada cidade
Quantas coisas já vivi
Quantos ares respirei
De ti sinto saudades
A terra que amei
Matinhos querida
Mais iguais não há
Em ti rio da onça
Gentil cambará
Minha vida que passa
Aos olhos ligeiramente
Ao seu povo alegre
Minha prece derradeira
Linda matinhos
Que bela canção
Nas noites de chuva
Faço oração
Linda matinhos
Que bela cidade
Quem vive não larga
Quem larga vive saudade.
Meu terreno da saudade
Minha casa mais feliz
Minha amada cidade
Quantas coisas já vivi
Quantos ares respirei
De ti sinto saudades
A terra que amei
Matinhos querida
Mais iguais não há
Em ti rio da onça
Gentil cambará
Minha vida que passa
Aos olhos ligeiramente
Ao seu povo alegre
Minha prece derradeira
Linda matinhos
Que bela canção
Nas noites de chuva
Faço oração
Linda matinhos
Que bela cidade
Quem vive não larga
Quem larga vive saudade.
Bom momento eu vivo,
Na vida sentimento de alegria
Pela família que me cerca
Pela luz divina que me guia
Dos amigos tenho saudades
Dos de verdade a lembrança
Os meus velhos companheiros
Dos bons tempos de criança
Bom momento eu vivo,
Na vida sentimento de alegria
Pela família que me cerca
Pela luz divina que me guia
Dos amigos tenho saudades
Dos de verdade a lembrança
Os meus velhos companheiros
Dos bons tempos de criança!
Na vida sentimento de alegria
Pela família que me cerca
Pela luz divina que me guia
Dos amigos tenho saudades
Dos de verdade a lembrança
Os meus velhos companheiros
Dos bons tempos de criança
Bom momento eu vivo,
Na vida sentimento de alegria
Pela família que me cerca
Pela luz divina que me guia
Dos amigos tenho saudades
Dos de verdade a lembrança
Os meus velhos companheiros
Dos bons tempos de criança!
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