quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A rua


Vejo vários fazendo sinal de vida loca

Falando gírias e chamando os mano de mano

Tipo umas amostras grátis de irmão do gueto

Meninos de prédio, que não sabe o que sai da boca

 

 

Vejo vários falando que são rua,

Vejo muitos falando que são o gueto

Mas não vejo muitos aqui nas ruas de casa

Escrevendo sua historia em branco e preto

 

 

Mas os meninos confundem e se acham homens

Prevalecidos por uma arma imaginaria

Acham os revolucionários do Brasil

Mas não sabe nem o que é reforma agrária

 

Mas eu não falo nada, o boné viro marca de boy

O boot é de marca que dizem ser de vagabundo

Problema é que não vivem aqui a realidade

Mas estão denegrindo o meu mundo

 

Mas eu vou seguindo, levando comigo

Aquilo que Deus me deu

Queria dizer uma frase marcante,

Diz emicida, “meu ceis ainda quer ser mais rua que eu?’

 

E querem, mas não são

E desejam, não podem, querem morrer

A rua é o que você é

E não o que eles querem ser

Mas tenho...


Dores que não vão me matar

Aquelas que ferem a carne

Umas dores que o corpo suporta

Vida sem dor, é só uma vida torta

 

Não vai doer tanto que possa te matar

E se for uma dor que doa até a morte

Você deve se sentir um escolhido mano

Pois pra certas dores, morrer é a sorte

 

Então morra, mas não se lamente tanto

Você devia ser um guerreiro mano

Mas ao contrario, fica se queixando

Acho que espera que te considerem santo

 

Esse fardo eu não levo, não reclamo, clamo

Pois não tenho forças pra suportar os temores

Mas tenho um Deus que me ampara noite e dia

Um poeta perfeito, que descreve minha alegria

 

Então não reclame se sua dor é incurável

Então não reclame se sua luta não termina

Você deve é dar glorias meu mano

Pois todo sofrimento te leva pra cima

 

Então levanta a cabeça amigo

Pois não há melhor caminho pra trilhar

Se não o dos derrotados, humilhados

Pois ai, esses Deus vai exaltar

sábado, 10 de novembro de 2012

e se...


Provoquem em mim o que quiserem

A verdade é que não me importo mais

Tipo um palhaço que não se importa com o sorrir

Tipo um piloto, que corre e não olha pra traz

 

E se eu sorrir pra você, é por vontade própria

E se eu lhe der a mão, é porque te levantarei

E se um dia, eu decidir não lhe falar mais de amor

É por que eu na verdade nunca te amei

 

Mas você não me entende, nunca entendeu na verdade

Meus poemas são como armas que não ferem

Pois não há cura pra que foi ferido por amor

Minha musica é nostalgia, enquanto me embalo na dor

 

Provoquem em mim, não me importa o sentimento

Pois o que sinto, cabe a mim, fazer ser o melhor

É como se eu fosse um pedreiro com pouco tijolo

Mas que da seu Maximo, e faz de tudo pra ter o melhor

 

E se eu chorar, quem sabe seja de arrependimento

Já amei quem nem merecia um sorriso, um carinho

Pois eu já amei quem não merecia amor algum

Pois eu já afaguei, mas meu peito acabou sozinho

 

E meus poemas te ofendem, eu creio que você não os lê

E meus poemas não falam contigo, me esqueça

Você é mais uma linha,

Aperta a tecla, e uma nova linha vou escrever

 

Cantei, mas agora não canto mais

Chorei, mas agora não choro mais

Amei, mas amar não paga conta

Vivi, os distúrbios que a vida apronta

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


 

 

Eu hoje estou tão triste

Mas uma tristeza que me completa

Tipo uma lagrima que cai fria

Da veracidade a dor, cai na hora certa

 

Mas eu que choro por amor

Ou por medo de o tempo ter passado

Me ofende apenas uma única frustração

Duro mesmo, é não ter tentado

 

Hoje me ajoelho pra pedir paz

De quem faz de tudo pra sorrir

Hoje procura a Deus e não peço nada

Quero apenas perdão e fé na caminhada

 

Pois eu já vi os mil que caíram

Pois eu já vi os 10 mil atingidos

Mas eu me mantive pé, mas chorei

Ao ver meus amigos caídos

 

Mas fui blindado, não pereci na guerra fria

Fui tipo um escolhido por Deus

Que veio pra guiar os manos meus

E espalhar pelo Mundo a alegria

 

E se eu desistir, um tanto cai comigo

Tipo um general que detém o poder

Mas não quero ser seu chefe nem seu líder

Mas mais um elo da corrente, até vencer

 

Nos unimos  por um ideal e a luta continua

Não caímos pois um segura o que precisa mais

Tipo uma família que se completa

Todos irmãos, todos pais...

 

 

Eu hoje estou tão triste

Mas uma tristeza que me completa

Tipo uma lagrima que cai fria

Da veracidade a dor, cai na hora certa

 

Mas eu que choro por amor

Ou por medo de o tempo ter passado

Me ofende apenas uma única frustração

Duro mesmo, é não ter tentado

 

Hoje me ajoelho pra pedir paz

De quem faz de tudo pra sorrir

Hoje procura a Deus e não peço nada

Quero apenas perdão e fé na caminhada

 

Pois eu já vi os mil que caíram

Pois eu já vi os 10 mil atingidos

Mas eu me mantive pé, mas chorei

Ao ver meus amigos caídos

 

Mas fui blindado, não pereci na guerra fria

Fui tipo um escolhido por Deus

Que veio pra guiar os manos meus

E espalhar pelo Mundo a alegria

 

E se eu desistir, um tanto cai comigo

Tipo um general que detém o poder

Mas não quero ser seu chefe nem seu líder

Mas mais um elo da corrente, até vencer

 

Nos unimos  por um ideal e a luta continua

Não caímos pois um segura o que precisa mais

Tipo uma família que se completa

Todos irmãos, todos pais...

Meu dia, ó dia


Mais um dia de vida

Mas que se importa em pensar

Mais um dia de vida

Mas quem se importa em amar

 

Tem dias que o dia não passa

Teima em se alongar ainda mais

Tipo uma saudade que invade

Quando o tempo não volta mais

 

Tenho medo de pensar

Sentir saudades de quem não me ama

É tipo um fã de alguém que não conhece

Fica um vazio e uma distancia, o chamado preço da fama

 

Mas quem tem fama não ama

Mas quem ama tem a fama de ser feliz

Eu sou um alpinista na estrada da fama

Tipo um colegial, mero aprendiz

 

E eu hoje sinto saudades

De alguém que não se foi, mas partiu

E eu hoje sinto saudades

De alguém que me olhou e nunca me viu

 

Mentiras, banalidades de uma vida vazia

Não quero, chorar por quem não me fez sorrir

Eu tinha uma ancora que me impedia

Cortei a corda, é chegada a hora de partir...

domingo, 4 de novembro de 2012

Um dia para o fim


Desde menino, minha alma sorria

Mentia para minha mãe, meu sorriso escondia

Uma lagrima de menino pra não sofrer retaliação

Tinha medo da chinelada, mas me encantava a emoção

 

Então o tempo foi passando, passando

Eu fiquei perdido, perdendo meu tempo

Amando alguém que não me amou

E graças a isso, mudei o que tinha por dentro

 

Minha alma ainda vaga sem destino

Menino bobo que acreditou no amor um dia

Minha alma voa sem saber a onde ir

Pois meu porto era ela, ali sentia alegria

 

E hoje choro, sozinho sinto a lagrima caindo

Meu peito sangra por uma ferida que não cura

Eu tentei te esquecer e estou esquecendo

Mas nisso vou morrendo, pois a batalha é dura

 

Eu que era alegre e sorria sem precisar motivo

Hoje sou nada mais que um menino triste

Não quero que tenham pena de mim,

Mas estou assim, sou triste, mas eu vivo

 

Ta difícil, só Deus sabe o que estou passando

É difícil, quando vejo ela bem perto passando

É difícil, nem que passem mil anos o peito continua sangrando

É difícil, o tempo passa, e eu continuo te amando

 

Mas tudo que tem um fim um dia acaba

Creio que o menino feliz logo esta de volta

Quero deixar bem claro aqui nesse poema

Eu te amo, mas o que foi já não volta

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Fim?



É normal se sentir sozinho
Quando o mundo te cerca
É normal se sentir sozinho
Mesmo quando se faz a coisa certa

Eu amava, como amava um passarinho
Seu ninho, seus filhotes e o arvoredo
Eu amava, eu te amava, eu amava
Amor verdadeiro, aquele que não sente medo

Eis que meu pranto escondido
Eu publiquei em forma de poema
Eis que explicitei a minha dor
E no final nem me valeu a pena

Vivo, pois o mundo não me da escolha
Vivo, pois o mundo não me ensina a perder
Prefiro minhas magoas e dores de agora
Do que permanecer dentro da sua bolha

Eu enfrento hoje a verdade
Tem doido como dor alguma me doeu
Sinto tanto a sua falta
É como um ente querido que morreu

Mas vou mudar, mudando eu me viro
Minha vida estava de pernas pro ar
E de uma hora de sanidade
Eu de súbito fiz ela dar um giro