sábado, 10 de novembro de 2012

e se...


Provoquem em mim o que quiserem

A verdade é que não me importo mais

Tipo um palhaço que não se importa com o sorrir

Tipo um piloto, que corre e não olha pra traz

 

E se eu sorrir pra você, é por vontade própria

E se eu lhe der a mão, é porque te levantarei

E se um dia, eu decidir não lhe falar mais de amor

É por que eu na verdade nunca te amei

 

Mas você não me entende, nunca entendeu na verdade

Meus poemas são como armas que não ferem

Pois não há cura pra que foi ferido por amor

Minha musica é nostalgia, enquanto me embalo na dor

 

Provoquem em mim, não me importa o sentimento

Pois o que sinto, cabe a mim, fazer ser o melhor

É como se eu fosse um pedreiro com pouco tijolo

Mas que da seu Maximo, e faz de tudo pra ter o melhor

 

E se eu chorar, quem sabe seja de arrependimento

Já amei quem nem merecia um sorriso, um carinho

Pois eu já amei quem não merecia amor algum

Pois eu já afaguei, mas meu peito acabou sozinho

 

E meus poemas te ofendem, eu creio que você não os lê

E meus poemas não falam contigo, me esqueça

Você é mais uma linha,

Aperta a tecla, e uma nova linha vou escrever

 

Cantei, mas agora não canto mais

Chorei, mas agora não choro mais

Amei, mas amar não paga conta

Vivi, os distúrbios que a vida apronta

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