quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Meu conto de (mal)fada(das)




Hey mãe, eu tenho um amor no peito
Daqueles que aprendi nas historias
Contadas antes de dormir, lembra
Aquele que o final é feliz, perfeito

Então mãe, pense o que tenho passado
Vivi pela busca dos amores que aprendi
Perfeição de carinhos e sentimentos puros
Foi por esse tipo de sentimento que vivi

Então, Romeu e Julieta perderam a moral
Porque se mataram por amor, e ainda
Deixaram a família em polvorosa, triste
Deram preferência a amar, esqueceram o ideal

Então, os sonhos individuais valem menos
Que a instituição casamento,amor que desejou
Os sorrisos, dos amigos, primos, pais irmãos
Aquela tia velhinha, que sempre ti amou

Na historias, a branca de neve acordou com um beijo
Na realidade, o ideal é sempre continuar adormecida
Pois não há amor que valha os seus sonhos baby
Não há amor, que valha os ideais de sua vida

Bela adormecida, sete anões, amores, príncipes
Heis que você já sonhou com isso e decepcionou
Não há príncipe encantado, não há cavalo branco
O que há são homens comuns, cada qual e seu encanto

Hey mano, escreva seu conto de fadas, jogar a trança é fácil
Quero ver você tolerar um amor rebelde, sem sentido
Quero ver você dizer que ama alguém que passa por problemas
Joga as tranças e segura, puxa pra você se for um amor bandido

Então, segue a vida gato de botas, segue seu destino
Sonhos fazem você mais que homem, sorrindo
Sonhos servem pra mostrar, que mesmo vivendo
Temos que ser o sonho, sonhos bons de menino

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