Quando meu povo se reúne
Geralmente é festa, especial
Ai revejo os tios, os primos,
Me divirto, alegria desigual
Então a alegria de uma vida
Amanhã eu não sei se existirá
Então pra retratar minha alegria
Me deu idéia, de poema eu criar
Então é aquela falação, ao mesmo tempo
Algazarra boa, que faz meu peito inflar
Então quase choro, e é de alegria,
É pela união, é lindo, como noite de luar
Pode acreditar, quase não falo, me calo
Não pela timidez, não tenho medo de falar
Mas eu prefiro ouvir, aprender, entender
É aula dos mais velhos, devo aproveitar
Pela alma de quem ama, sorrio
Pela dor de quem odeia, sorrio também
É festa de família e o dia se foi, sem fim
Não acaba, pausado, até o ano que vem
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