Nossa vida é vida de um tanto
Quando você vive em sociedade
Tem que conviver com a falsidade
E o inimigo que te sorri de canto
Quando nossa vida perde o sentido
Eu entendo que nem sentido ela tinha
Somos hoje escravos de uma minoria
Abelhas braçais escravas de uma rainha
Nossa luta é tão infundada meu irmão
Galo de rinha que luta pelo extinto de morte
Nos lutamos pela TV de plasma e o sofá confortável
Nossas lutas são infundadas, isso é incontestável
Antes buscar estudo era a garantia do bem estar familiar
Hoje estudamos feito loucos e não paramos nunca
E mesmo assim continuamos a míngua, sem entender
Quando que depois de todo estudo, nossa vida vai mudar
Vidas que já nem são mais suas vidas, pense, endividado
Você vende sua vida por prestações a perder de vista
Sorrisos perdem o sentido, não se pode sorrir, sem alegria
Você vende sua alma, 24 vezes, carne das casas Bahia
Amigo, quantas vezes você sorri por dia, seja sincero consigo mesmo
Quantos abraços verdadeiros você ganhou essa semana, pense irmão
Quantas lagrimas de alegria você foi capaz de deixar cair esse mês
Quantas vezes você sentiu alegria, aquela que enche o coração?
Somos escravos de uma sociedade capitalista e fria que consome
Consumista de almas que se perder em suaves prestações
Somos meninos e meninas de rua com celular de dois chips
Mas que não sabem ligar, pra acalmar os nossos corações
Somos o mendigo que implora o trocado, dizendo ser pra comer
Se você dá não agradece, se você dá o individuo reclama
Mas é que se você tira falta pra pagar as dividas o carne
E ainda tem a duvida, será que não é pra bebe cana?
Eu não confio em você, logo, porque você deveria confiar em mim
Não sei quem foi que começou essa guerra, só sei que vivo no Iraque
Onde o irmão que vive ali na esquina não sabe meu nome, mas critica
E quem nem amar sabe, se julga capaz de julgar minha arte
E essa é a vida, se assim posso chamar nossa fiel realidade
Poesias que se perdem pois ninguém mais as lê, então
Poetas jazem tristes com caneta e papel nas mãos
Relembram, e poemas, agora só os que falam de saudade
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