quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Complexo...



Quase paralelo
Fragmentos de sonho
Poesia e anestesia
Minha anistia

E se me recordo
Não me engano
E se engano
Do sonho acordo

Sinto, mas não invento
Tendo, mas não sou real
Minto, pois já não sinto
Pois o que sinto, é ilegal

É meio distante
Vago, vazio
É como um barco sem vela,
Sem remo, no rio

É tudo inicio,
Mais de fim tem vestígio
Prefiro ser esquecido em verdade
Do que errado com prestigio

Então eu prefiro esquecer
Do que foi bom, também
Hoje vivo com alegria no peito
Me sinto perfeito, amém

Nenhum comentário:

Postar um comentário