terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Coisas do passado!?!!??!



Vamos lembrar, futilidades
Quantas pessoas já disseram te amo
Com a força que um amor necessita
Mas e dessas, só restam saudades

Mas e você quando falava, era real
E suas declarações desconexas, fúteis
Eram reais, ou pagamento pelo que recebia
Você se sentia em divida, e por isso retribuía

Não há medo, quando se vive
Não há morte quando se ama
Não há amor quando se cobra
Não há amor eterno, quando se reclama

Não quero ser hipócrita, sinto por mim
Da mesma forma que sinto por você
Não desejo mal, na moral, até o bem
É que eu aprendi a viver, e isso vai alem

Alem do que podemos compreender
Caso raro em um homem moderno
Que entende que nenhum amor morre
Mas que nenhum amor é eterno

Aprendemos a retribuir o que ganhamos
Mas se foi presente, a réplica é vazia
Pois se não fosse de todo meu coração
Não te presenteava, eu vendia

Ouvi um velho índio que me disse
Não precisa retribuir amor por obrigação
Tem que ser algo que vem do coração
Se não, não é amor, é comercio

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