sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


Eis que me pego mais uma vez sozinho
Diferente das demais vezes que acabei assim
Hoje me sinto só no mundo onde vivo
Mas estou em boa companhia, o amigo que preciso

Eis que no momento em que eu pensei ter encontrado
Eis que numa única pessoa depositei meus sentimentos
Poemas eu havia parado de escrever e isso foi triste
Mas é porque não havia amor em meus pensamentos

Pra não dizer adeus era impossível, de verdade
Pra não abandonar mais uma vez, não poderia
Pois ainda vinha a lembrança em meu peito
Quando eu sofria sozinho, e você sorria

Na hora do adeus eu não sentia remorso
Na hora do adeus, nem uma lagrima sentia
Pois o adeus dessa vez era algo deveras bom,
Eu dizia adeus, e agora, eu que enfim sorria

Sorri meu bem, sorri para uma nova vida
Sorri para que não houvesse mais temor
Eu que outrora não sorria para a vida
Hoje já não choro mais por amor

Se eu fiz por mim, é possível você fazer também
Louvo do homem que não fala mais de amor
Feliz do poeta que se inspira em amor vivido
Eis que o poeta fala de amor, mesmo havendo sofrido

O resto da minha tristeza já joguei fora
O muito de minha alegria já recuperei
Pena que tenha que tenha quer ser assim
Mas o seu tempo eu já superei

Agora é adeus, pra nunca mais ser como foi
Sorrio e não á para alguém ou algo
Na morte e na sorte eu ainda sei
Poema sem fim, pra sempre escreverei




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