domingo, 30 de junho de 2013

Anjos e morte!

Quando o sol surgia no mar
Voando como que evapora sentimento
Era uma manhã fria e sem alegria
E um choro era coro aquele momento

Mas quem dimensiona sentimentos
Quanto tempo temos para aprender amar
Eu já tive amores de uma semana, 7 dias
E aqueles de mil anos, poema em verso, poesia

Mas quem disse que amar é tempo
Não viveu um amor de tempo nenhum
Procuramos o momento certo para o sentimento
E a todo tempo, não vivemos amor algum

E aquele dia sorrisos impossíveis
Um conto que ninguém quer contar
A morte era a minha sorte
Quando penso, começo a chorar

E alguém que quase não me conhecia
Com uma lagrima obsevava meu corpo
Eu segurando alguma flor sem cor
Sorrindo, pra morte, enfim, absorto

Logo percebo ela em prantos,
Desespero de quem perde o rumo
Escuto ainda ela murmurando
Porque se foi, sem você eu sumo

Ninguém te entende ali
Não conhecem aquele anjo que chora
Dando um leve beijo em meu rosto
Chora de desgosto, abre os olhos e vai embora

Leva consigo um sorriso qualquer
De quem sabe que sorrir perdeu o sentido
É que já não teria mais poemas
A vida é pequena, e o poeta havia morrido

O anjo já não voa, sem motivos pra voar
Queria nesse momento estar sorrindo
Rindo, com o poeta se divertindo,
Mas hoje, anjo não voa, não é a toa, só sabe chorar


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