Gosto de dias escuros
Quando a chuva desaba
São dias que não me anima
Mas que a alegria não acaba
Quando a chuva toca o telhado
Um barulho que reproduz meu coração
Mentindo felicidades de vidas vazias
A chuva vem, e lava alegrias vazias
Gosto de ser eu
Mesmo quando não quero ser
Gosto de ser o que sou
Mesmo quando desejo morrer
Somos únicos seres amados
Que não amamos nem odiamos
Gosto de sorrir pra quem odeio
Pois se falar, minha boca é sem freio
Então gosto do presente
Que vivemos em servidão
Pois hoje não sou preso
Mas me amarro em oração
Gosto de orar, e isso me anima
Como flores brotando do chão
Vejo a fé crescendo em meu peito
Regada por uma breve oração
Viva, seja a alegria que alegra o Pai
Viva, seja a alegria que invade o peito
Viva meu mano, viva
É só viver, não precisa ser perfeito
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