terça-feira, 7 de setembro de 2010

O urso em o Anti cristo

Resolvi escrever mais um livro da minha serie o Urso, mas dessa vez será aqui peelo blog, espero que gostem:



Introdução

A noite estava escura, as nuvens a muito cobriam a lua, uma chuva forte desabava deixando o mar agitado.
A praia estava deserta, decerto, nenhum ser vivo ousava sair de seu esconderijo e enfrentar a fúria da natureza.
Porem ao longe se observa um vulto que caminha pela praia, braços cruzados, com certeza para tentar amenizar o frio que envolvia seu corpo.
Nesse instante uma luz ilumina a noite, o holofote de um helicóptero ilumina o vulto que aos poucos ganha forma.
Formas artísticas deveras, um corpo esculpido pela vida, traços fortes, rosto como que talhado em pedra. Olhar sombrio, olhos negros como a noite, mas o que mais chamava a atenção era a altura do jovem, aparentava mais de dois metros de altura.
O helicóptero pousa com dificuldades na areia da praia, dele surge um homem que caminha até o jovem de olhos negros.
Parecia uma cena de algum filme qualquer, o mundo dormia naquela noite fria, ninguém sabia, mas o URSO estava de volta.
O urso, soldado treinado para as missões impossíveis, qualquer que fosse a missão que o governo brasileiro precisasse, não havia o que ele não encarasse, já havia feito inúmeros resgates por todo o mundo, guerras havia evitado.
O Urso, alias Leandro, era um jovem temperamental, já nos seus 25 anos, desde os 18 só tinha uma vida, a vida das guerras.
Alguns diziam que o Urso não tinha coração, que não era desse mundo, matava um homem como quem mata uma mosca, com o desprezo que se tem por qualquer animal peçonhento, não matava porem por diversão, só o fazia quando estava em missão e por um motivo justo. Leandro tinha exatamente dois metros e quinze de altura, tipo físico forte. Músculos levemente a amostra, braços bem torneados, um atleta.
Poderia matar qualquer ser vivo com as próprias mãos, fora treinado para isso, mas era com as armas que urso se sobressaía, tiros de longa distancia não errava um, qualquer que fosse a arma, sua rapidez também era um ponto forte, capaz de fazer a arma surgir em suas mãos em questão de segundos sem dar tempo de reação ao oponente, porem uma arma era sua favorita, as adagas que carregava presas a cinta, camuflada, e só aparecia em momentos de grande necessidade, como um raio que brota nas mãos, as adagas brotam nas mãos e como se por encanto, segundo seguinte estavam em seu alvo, tirando instantaneamente a vida junto com um rio de sangue.
Impiedoso, geralmente não deixava os oponentes vivos, veja o que disse um dos poucos que ficou com vida em cerca incursão do urso.

 
“Não vi de onde surgiu, foi como se tivesse surgido da terra, do mais profundo inferno, como pode um homem daquele tamanho ser tão rápido, mata com tanta facilidade, em meio minuto quatro amigos haviam morrido vitimas de suas balas,vi seus crânios esfacelados ao mesmo tempo que em seus olhos o terror era obvio, eu corri, só senti o baque, uma faca havia sido cravada em minhas costas, me fingi de morto, era a única coisa a se fazer, fugir era impossível, tive a impressão que ele não era real, nunca senti tanto medo em minha vida, não pude ver seu rosto, mas deve ser a face da morte, ele é a morte”

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