sábado, 26 de março de 2011

O quanto vale sua vida?

Me chamem o mais vagabundo do mundo moderno
Vou largar tudo que tenho nessa vida e seguir meu rumo
Viajar e conhecer meus caminhos meus destinos
Escrevendo por ai, uma caneta e um velho caderno

Vou deixar o cabelo crescer, na verdade não importa
A barba sem fazer dando aspecto envelhecido
Porem escondem as marcas da saudade enfim
De não ti ter aqui do meu lado, comigo

Fui na vida ignorado pelo mundo que me despedaça
Ignorem meus poemas, ignorem meu pranto
Ignorem meu sorriso, ignorem minha bela canção
Sei que não de ser ignorada minha mais profunda oração

Vou desistir de tudo e viver sem destino sem caminho
Vou fazer o que sempre sonhei meu amigo meu irmão
Seguir meu rumo, aprender a sorrir apenas para mim
Como um animal sem sonhos, vou seguir sozinho

Não que não tenha pessoas que valham a pena a convivência
Nesse mundo os amigos de verdade eu tenho e estão comigo
O amor há de se decidir e sonhar como eu tenho sonhado
Mas é por mim que vou partir, sou triste, vivo triste do seu lado

Barba crescida, cabelos longos e despenteados
Caderno nas mãos e a caneta é quem fala por mim
Seria mil poemas por dia e eu nem sei se de amor
Só me vejo nesse contexto, e alguém chorando por mim

Um dia hei de voltar ao passado e verei quem realmente se importa
Quem sentiu tanto a minha falta e não cansou de procurar
Seja esses amigos, parentes ou uma menina especial
São esses os de verdade e pra sempre vou amar

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