segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Da um Tempo

Quanta saudade cabe em meu coração
Quanto choro meus olhos agüentam
E as lagrimas incessantes, agüentarei
Morto, morto de saudades de meu bem

É possível guardar no peito minha saudade
Dos tempos da minha feliz infância
Em que eu vivia La em Matinhos amigo
Minha linda terra, abençoada cidade

Caberia no peito a saudades que sinto por você
Dos tempos de amigos irmãos, unidos, coração
Das suas mãos em meu rosto, ainda sinto seu gosto
O tempo prometeu alegria, deu-me o oposto

Quantas lagrimas meu peito suportaria
Lagrimas que caem em meu rosto triste
Tirando meu mais feliz brilho de amor
Tornando triste, o que foi alegre um dia

Saudade que sentia por você meu anjo amado
Das nossas conversas longas e demoradas
Dos papos bobos de amor, filhos e casamento
Ia noite a dentro, perdurava pela madrugada

Defenir o que sinto seria matar nosso amor em um segundo
Pois limitaria um sentimento que cresce a cada dia mais
E mesmo com minha morte um dia qualquer eu bem sei
Continuaria sendo, o meu amor maior, maior do mundo

Saudades que sinto de você, de Matinhos ou de meus pais
É saudade do melhor tempo de minha vida inteira querida
É sem duvida todo tempo em que eu nessa vida vivi
Um tempo feliz ou triste, que infelizmente não volta mais

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