domingo, 24 de outubro de 2010

EU FUI AO MEU ENTERRO II



Aquele dia, onde as lagrimas era banais
Quando até quem não me conhecia chorava
Quem nunca me deu oi em vida, chorava
Verdadeiras eu sentia, as lagrimas de meus pais

Era triste a cena, enquadrada numa amargura
Meu pai mostrando-se forte consola mamãe
Mas vejo uma lagrima em seu rosto
Fica na mente aquela cena forte e dura

Não chora meu pai, seja forte como sempre
Segure as lagrimas no peito meu velho
Sei que é difícil esse dia pro senhor
Despedir-se de um filho, criado com amor

Morrer o senhor preferiria
Ao ter q viver essa cena meu pai
Mas consola-se meu velho amado
Deu-me amor enquanto vivia

Mina mãe nem chorar consegue mais
Seus olhos vermelhos acaricia meu rosto
É um carinho materno, eterno e divino
Choro ao ver mamãe, me chamando de menino

Mãezinha amada, me beija com amor
Seu rosto se contrai, lagrimas caem
Ela me olha, murmura sua dor
Abraça meu pai, juntos a soluçar

Esse dia que escrevo meus amigos
Confesso-lhes que sonhei
Imaginar essas cenas tão fortes
Não resisti, escrevendo eu chorei

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