Os outros que me perdoem
Mas é impossível viver longe
Do meu litoral
Longe da minha querida Matinhos.
Ao subir a serra, as coisas mudam
As matas são diferentes
Toda retorcida, de um verde morto
Um verde sem vida
No litoral não, as matas são verdinhas
Todas altivas, belas
Desde o pé de araçá
Ao pé de figueira amarela
Nada contra os pinheiros de lá
Nada contra as matas de lá
Só prefiro essas minhas matas
Que desde pequeno aprendi a amar
Belas praias completam a beleza
Dão um toque mais alegre
Um toque de alegria
De natureza.
Quando subo a serra,
E vou chegando na capital
Sinto algo estranho
Fico ruim, passo mal
Tem gente que gosta de lá
Mas eu prefiro meu litoral.

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